Todo dia um filme de terror: Semana 25



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A lista:


02 de julho: Maus (2017)

Direção: Yayo Herrero

Selma é sobrevivente da guerra da Bósnia, um conflito que aconteceu no início dos anos 1990. Ao se ver perdida com seu namorado em uma floresta do país, percebe que tem algo errado acontecendo.

Poderia ser um ótimo filme, bem como Under the Shadows, mas não é, infelizmente, pelo único motivo que ele não é justo com uma sobrevivente de guerra. Até certo ponto a perspectiva do terror à guerra é de Selma, e de repente a grande vítima disso é o Alex, namorado dela. Poderia ser mas não é. Fora isso, a direção é interessante, os atores são ótimos, mas o roteiro ignora essa questão.



03 de julho: The Skeleton Key (2005)

Direção: Iain Softley

Uma enfermeira consegue um emprego para cuidar de um senhor no fim de sua vida em uma cidadezinha no sul dos Estados Unidos, porém acaba descobrindo uma série de assuntos assustadores acontecendo ali.

Outro filme que me deixou com os dois pés atrás. Gostei muito do filme, fiquei realmente impressionada com a atuação da Kate Hudson, que só tinha visto em filmes de drama/romance, mas a questão da religião de matriz africana sendo tratada de forma perigosa, negativa e questionável me deixou desconfortável.



04 de julho: Hush (2016)

Direção: Mike Flanagan

Uma escritora surda mora sozinha no meio do nada e se vê encurralada por um psicopata.

Esse filme me fez amar Mike Flanagan e prestar mais atenção nesse diretor. Já tinha assistido Gerald's Game, Oculus e Before I Wake (que é um filme que sempre gosto de mencionar, pois gosto de verdade dele), mas antes não prestava muita atenção em diretores. Percebi que o terror o Flanagan tem algo de respeitoso, algo interessante e sincero. Por mais estranho que isso possa soar para alguns, sentimentos e filmes de terror são bastante atrelados e é importante notar essa relação com determinados diretores, tipo o Flanagan.



05 de julho: Absentia (2011)

Direção: Mike Flanagan

Uma mulher com problema com drogas decide ir morar com sua irmã grávida para ajudá-la, após o desaparecimento de seu cunhado.

Outro do Flanagan, que assisti por ter gostado demais do diretor. Absentia é um filme interessante, que não é muito o que parece. Tem boas surpresas. Não gostei tanto quanto os outros, mas ainda sim gostei bastante.



06 de julho: Sacrifice (2016)

Direção: Peter A. Dowling

Uma cirurgiã se muda com seu marido para uma ilha na Escócia, porém percebe que tem algo errado com algumas mortes antigas que aconteceram na região.

É um filme que tem uma ideia interessante mas que tem muitos (muitos mesmo) pontos falhos. Tem coisa muito errada de sequencia, de ideias, de acontecimentos, que fica difícil.



07 de julho: What We Do In The Shadows (2014)

Direção: Taika Waititi e Jemaine Clement

Um homem decide capturar o dia a dia de quatro vampiros na forma de um documentário.

É um filme que eu amo e não me canso de assistir. Mesmo que você não goste de terror, é um ótimo filme, tem uma ótima ideia e uma ótima execução. São vários estereótipos de vampiros muito bem utilizados e explorados.



08 de julho: The Lazarus Effect (2015)

Direção: David Gelb

Um grupo de médicos consegue encontrar uma forma de trazer pacientes mortos de volta à vida.

Com uma pegada bastante Flatliners até, esse filme me surpreendeu um bocado. Primeiro pelo elenco, que tem pessoas muito interessantes como o Donald Glover, Olivia Wilde, Evan Peters e o grande Mark Duplass, que tem aquela atuação monstruosa em Creep. Porém, é um filme com alguns problemas de escolhas de roteiro.



Imagens retiradas do site IMDB

Jéssica Reinaldo

Formada em História, escreve e pesquisa sobre terror. Tem um afeto especial por filmes dos anos 1980, vampiros do século XIX e ler tomando um café quentinho.

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